domingo, 20 de outubro de 2019

Produções diversas



Relatos sobre a palestra “Como adquirir inteligência”, de Pierluigi Piazzi


Antes de iniciar as atividades correntes do projeto de leitura que normalmente desenvolvo com os alunos, em 2019 realizei uma abordagem sobre o ato de estudar e suas implicações. Para tanto, utilizei primeiramente slides de diferentes imagens na TV Multimídia, seguida da exibição de parte do vídeo da palestra “Como adquirir inteligência”, proferida pelo professor Pierluigi Piazzi. Na sequência, depois de ouvir impressões orais dos alunos, solicitei que escrevessem um relato pessoal, contando o que entenderam e aprenderam de mais importante para o sucesso de sua vida estudantil nessa experiência. Entre as várias lições, os alunos aprenderam que a leitura é uma das atividades de maior contribuição para o desenvolvimento da inteligência.

As ilustrações que acompanham cada texto foram criadas por alunos da SRM (Sala Recursos Multifuncional), com os quais trabalhei nesse ano.

Seguem os relatos:




PALESTRA: “COMO ADQUIRIR INTELIGÊNCIA”

        

Na palestra, aprendi que nosso cérebro pode ser comparado com um computador. Aprendi também que é possível aumentar a inteligência de diversas formas, por meio de alguns métodos e dicas que o professor Pierluigi Piazzi ensina durante a palestra.

O professor diz que é possível aumentar o conhecimento, gravando o que aprendemos nas aulas no córtex. Inclusive, faz uma comparação entre o córtex e o HD de um computador (onde a memória é grande e permanente) e também compara o sistema límbico com a memória RAM (onde a memória é pequena e temporária). Ele explica que, para gravar o conhecimento no córtex, é necessário primeiro escrevê-lo no sistema límbico, assistindo às aulas, para depois passá-lo para o córtex, estudando em casa após a aula.

Mas o professor também comenta que existem várias coisas que podem atrapalhar o aumento da inteligência, em especial, três coisas: estudar para a prova, não ler livros e conversar durante a aula. Essas coisas fazem que o conhecimento seja armazenado no sistema límbico (onde o conhecimento será jogado fora depois de pouco tempo) e podem prejudicar a aquisição do conhecimento. Além disso, há outras coisas que podem reduzir a inteligência, como o uso de drogas e o uso excessivo de aplicativos, como What’s App, MSN, Messenger etc.

Concluindo, para aumentar a inteligência, não basta somente assistir às aulas, mas também, estudar em casa solitariamente e ativamente.

Vitor Martins Bispo




O QUE EU APRENDI NA PALESTRA DO PROFESSOR PIERLUIGI PIAZZI


Semana passada, eu vi a palestra “Como adquirir inteligência” do professor Pierluigi Piazzi.

Nessa palestra, o professor Pierluigi começa dizendo que “o computador mais inteligente de todos é o cérebro humano”. Nele, temos o córtex, o sistema límbico e o cerebelo.

Nosso sistema límbico pode ser chamado de memória RAM, pois é uma memória que serve para salvar coisas por segundos, minutos ou horas, mas nunca dias. Já o córtex é mais conhecido como a memória HD, pois ele salva o que a gente aprende para a vida toda. Ele é o responsável pelo nosso conhecimento.

O professor Pierluigi também falou uma coisa que me chamou a atenção. Disse que existe diferença entre aluno e estudante. Para mim, eu pensava que era a mesma coisa. Mas aprendi que aluno é aquele que está dentro da sala de aula, ouvindo a explicação do professor; já estudante é aquele que retoma o conteúdo em casa. Com esta palestra, eu aprendi várias coisas novas e interessantes.

Ana Cláudia Lima da Silva




O QUE EU APRENDI NA PALESTRA “COMO ADQUIRIR INTELIGÊNCIA”


Nessa palestra, eu aprendi que somos um computador muito inteligente e que o nosso cérebro vale mais que milhares de computadores. Vi, também, que o erro de muitos alunos é que eles apenas estudam para a prova e não estudam depois.

Muitos alunos conversam demais durante a aula e não aprendem nada. Outros alunos não leem livros porque acham que é uma perda de tempo. Eles mal sabem que a leitura ajuda muito na aprendizagem.

Na palestra, o professor Pierluigi ensinou para a gente a diferença de “aluno” e “estudante”. Nós somos alunos, quando estamos em sala de aula e somos estudantes, quando estudamos em casa, sozinhos. Além disso, o mais importante que ele ensinou para a gente é que, quando saímos da escola e chegamos em casa, devemos rever tudo o que aprendemos antes de dormir. Isso porque senão, durante o sono, tudo o que aprendemos é jogado fora pelo sistema límbico, que é a memória rápida. Então, devemos estudar para o conteúdo ir para o córtex e lá ficar guardado para sempre!

Por isso o professor Pierluigi fala:

― AULA DADA, AULA ESTUDADA, HOJE!!!

Kemilly Regina Kadlubiski



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Projeto “Almanaque de ética e cidadania”



Explicações resumidas sobre
a atividade desenvolvida


Os relatos que se seguem foram produzidos por alunos do 7º ano, do Colégio Estadual Paiçandu, e referem-se ao Projeto “Almanaque de ética e cidadania”, desenvolvido no primeiro trimestre de 2018.

Embora os temas moral e ética sejam mais específicos das áreas de Sociologia e Filosofia, disciplinas do Ensino Médio, por sugestão da pedagoga Débora Segantini, exploramos, de forma adaptada, os referidos temas em três turmas do 7º ano do Ensino Fundamental.

Para a efetivação do trabalho com os alunos, trabalhamos alguns textos, como crônicas e contos, vimos alguns vídeos, realizamos uma dinâmica em equipe e chegamos à definição e à consequente diferenciação de ética e moral. Nessa discussão, aproveitamos para destacar a importância dos valores morais e éticos para o exercício consciente da cidadania.


Explorado o tema principal, apresentamos aos alunos o gênero almanaque, já que escolhêramos este gênero para a elaboração do trabalho final. Além de explicar suas peculiaridades, mostramos exemplos reais e virtuais de almanaque e, por fim, solicitamos a eles que, em equipe, confeccionassem o “Almanaque de ética e cidadania”. Para tanto, eles seguiram um roteiro fornecido por mim, professora Loide, e trouxeram várias contribuições em forma de desenhos, figuras, histórias em quadrinhos, poesias e outros textos. Finalizado o trabalho, os almanaques foram apresentados para a turma e expostos na biblioteca da escola. Os nove relatos a seguir, bem como os desenhos que os ilustram, tratam, portanto, da experiência pessoal de alguns alunos no desenvolvimento dessa atividade. Antes dos textos, algumas fotografias da exposição dos almanaques na biblioteca da escola também podem ser conferidas.
Exposição na biblioteca da escola











1. MINHA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA COM ALMANAQUES



Minha experiência em participar do projeto do “Almanaque de ética e cidadania” foi muito boa. Ao longo do tempo em que eu e meu grupo trabalhamos, fui aprendendo cada vez mais sobre ética e cidadania.
Participar do projeto com meus colegas em grupo foi muito bom. Eu ajudei meus amigos e eles me ajudaram. Com isso, fizemos um bom trabalho.
A professora, para ajudar os alunos a terem ideias, mostrou algumas histórias com ética, moral e cidadania. Ela passou alguns vídeos para todos os grupos terem ideias para o projeto e levou minha turma ao laboratório de informática para vermos alguns exemplos de almanaques. Ela também conseguiu dois almanaques: um da escritora Ruth Rocha e o Almanaque Parati. Com todas as histórias, vídeos e exemplos de almanaques, cada grupo conseguiu ter ideias excelentes para fazer o projeto.
No meu projeto, eu gostei mais de pintar as histórias em quadrinhos. Cada história em quadrinhos tinha um ensinamento e as pessoas poderiam aprender muitas coisas. Minha dificuldade, no almanaque, foi ter ideias para desenhar as leis, mas, com ajuda de meus colegas, eu consegui fazer desenhos bons para deixar o trabalho bonito.
Enfim, minha equipe e eu conseguimos deixar o nosso “Almanaque de ética e cidadania” perfeito para todos lerem. 



Ana Claudia Lima da Silva




2. ALMANAQUE SOBRE ÉTICA E CIDADANIA




Antes de nós criarmos o almanaque, a professora Loide passou vários vídeos para dar ideias. Entre eles, “A doida”. Depois disso, fomos ao laboratório de informática ver como era e ter ideias para criar o almanaque.
Quando nós fomos fazer o almanaque, algumas pessoas fizeram mais coisas, outras menos. Mas foi bem legal a experiência de criar um almanaque sobre ética.
Durante a criação do almanaque, nós fizemos cartazes sobre ética e cidadania. Eu, particularmente, gostei bastante da criação tanto dos cartazes como a do almanaque.

Henrique Atílio Quintilhano




3. MEU PROJETO DO ALMANAQUE



No projeto, eu me esforcei ao máximo para a criação do almanaque. Contribuição eu acho que foi o meu forte: pintei vários desenhos, tiras, também criei alguns desenhos e ilustrei alguns textos.
Gostei da participação de todos na equipe. Todos nós nos esforçamos para criar um belo almanaque. Nossa divisão foi ótima. Tivemos dois desenhando, dois pintando e dois nas leis. Depois, é claro, misturamos, com cada um fazendo alguma coisa. E eu percebi que uma coisa ninguém podia fazer: ficar parado. Todos fazendo algo para não deixarmos muita coisa sem fazer. Já sabíamos que não iríamos fazer 100%, mas demos o nosso melhor e fizemos até mais do que o previsto.
O que nos motivou bastante foi saber da exposição do almanaque na biblioteca. E, assim, acabamos com orgulho o nosso Almanaque. 

Danilo Saraiva Uliana





4. PRIMEIRO TRIMESTRE

Nesse trimestre, eu aprendi muita coisa com as atividades que a professora passou e os vídeos sobre ética e moral. Eu gostei muito dos vídeos e das atividades, apesar de algumas atividades serem difíceis e demoradas. Os vídeos, alguns eu não entendi, mas gostei!
A atividade que eu mais gostei foi em grupo, mas não qualquer atividade: o Almanaque. Gostei mais porque foi em grupo. Falava sobre ética e moral. Eu aprendi muito nessas atividades. Mais do que todos os meus anos na escola e acho que meus amigos também.
O vídeo que eu mais gostei foi “A doida”. Além do vídeo, tinha a história “Bruxas não existem” no livro. As perguntas foram difíceis, mas, por outro lado, foram legais.
Essas experiências foram empolgantes e lucrativas em aprendizado. Se esse primeiro trimestre foi assim, fico imaginando como vão ser os próximos!


Maycon Fanti de Oliveira




5. ALMANAQUE ENTRE AMIGOS


Minha experiência no projeto do Almanaque foi boa, mas não conseguimos terminar tudo, pois conversamos demais e levamos o projeto na brincadeira. Apenas por causa disso não conseguimos terminar o trabalho do almanaque, pois não tivemos responsabilidade e, por isso, não terminamos.
Mas eu aprendi que apenas nosso grupo se prejudicou por causa da nossa irresponsabilidade e da nossa conversa. Também aprendi que, para termos uma vida justa e certa, temos que ter a responsabilidade sobre nossos afazeres.
Eu gostei de algumas partes do projeto, pois algumas pessoas do grupo se esforçaram para darem o seu melhor e tentar terminar o Almanaque. Mas, tipo, isso foi o que eu menos vi lá. Mesmo assim, deu para ver quem realmente estava se esforçando para terminar o trabalho.
Infelizmente não terminamos o projeto do Almanaque, mas tentamos dar o nosso melhor.


Alexandre dos Santos Junior




6. A MINHA EXPERIÊNCIA


Nesse projeto sobre ética e cidadania, eu assisti a vídeos falando sobre a importância de não sermos egoístas e pensar no próximo, vi textos, como: “Bruxas não existem”, que fala sobre uma senhora que sofria com moleques sem educação e ela mostrou que era diferente deles; também vi uma foto que mostrava o valor da solidariedade. Eu aprendi, vendo essas coisas, que devemos pensar no próximo, não julgar pelas características físicas de alguém e aprendi, também, a ser solidário.
Quando eu e o meu grupo fomos fazer o almanaque, eu senti a falta de organização, porque devíamos ter separado o que iríamos fazer em um dia e o que iríamos fazer no outro. Assim, seria mais fácil para a gente trabalhar.
Eu aprendi com esse trabalho que não devemos só ouvir falar dos valores éticos, mas sim praticar. Também aprendi que devemos ter organização com tudo, porque com organização dá tudo certo!
  
Mateus Silva de Souza




7. SOBRE O TRABALHO DO ALMANAQUE DE ÉTICA E CIDADANIA


Nesse trimestre, a gente aprendeu sobre ética e cidadania. Também aprendemos sobre o almanaque e o vimos de várias formas, por exemplo: o almanaque virtual, o Almanaque Ruth Rocha etc. A professora passou vários vídeos e textos sobre ética e moral. Depois fizemos um almanaque sobre ética e cidadania. Eu e minha amiga Anna desenhamos as poesias e as músicas, enquanto as outras pintavam os desenhos.
Foi bem legal fazer o Almanaque! Minha parte favorita foi ver o almanaque virtual e o de Ruth Rocha. Quando todos acabaram seus almanaques, a professora os levou para a biblioteca e os deixou lá para quem quisesse ver.

 Gabriely Heinrich Domingos



8. O QUE EU APRENDI NESSE TRIMESTRE


Nesse trimestre, passamos por experiências de “etica”, fizemos vários trabalhos relacionados sobre a ética e, o que mais ficou aparente, foi um almanaque que fizemos em grupo com seis pessoas. Também fizemos um cartaz, em um grupo com quatro participantes, usando valores da ética. O meu grupo usou o valor “verdade”. Falamos que ser verdadeiro consigo mesmo e com os outros pode ajudar no futuro com mais oportunidades que vão aparecer.
No projeto “Almanaque de ética e cidadania”, tinha vários exemplos de como devemos ser com qualquer pessoa. Tem pessoas que são julgadas pela cor, pelo modo de ser etc.
Na minha equipe, todos tiveram um desempenho bom. Menos um aluno que ficou conversando e atrapalhando a equipe toda, fazendo perder a concentração e acabou que algumas coisas saíram erradas.
O que eu mais achei interessante foi que ter ética pode ajudar até a conseguir um emprego no futuro. Para mim, foi uma experiência muito boa que passei fazendo o almanaque. Ajudou muito no meu desempenho e na minha rotina.


Karolainy Rayane Mariano Vicente



9. ÉTICA E CIDADANIA


Bom, durante esse trimestre, nós vimos alguns vídeos sobre ética e cidadania. Também fomos ao Laboratório de Informática e vimos, virtualmente, o almanaque Sadol. Além disso, fizemos uma dinâmica com cartazes e estudamos o texto “Bruxas não existem” de Moacyr Scliar.
Em outro dia, a professora trouxe um almanaque de Ruth Rocha. Depois, nós também fizemos nosso próprio almanaque. Fizemos o conteúdo dele, desenhamos, pintamos, escrevemos etc...
Eu aprendi bastante coisa com o projeto sobre ética e cidadania. O nosso grupo foi de seis pessoas. Cada um foi encarregado de fazer alguma coisa. Por exemplo, eu fui encarregada de escrever e eu fiz minha parte. Aprendi sobre vários valores de ética: respeito, justiça, liberdade, solidariedade, honestidade, humildade, verdade e bondade.
Bom... Foi isso que aprendi nesse trimestre.
  


Kemilly Reis Soares de Oliveira

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Relatos de experiência sobre a participação no projeto “Portfólio de leitura” em 2017


Em minha experiência profissional, como professora de Língua Portuguesa nos Ensinos Fundamental e Médio, sempre procurei reservar um tempo preferencial para o trabalho com a leitura. Desde 2014, entretanto, venho desenvolvendo especificamente o Projeto “Portfólio de leitura” com alunos do Ensino Fundamental.

No ano de 2017, desenvolvi o referido projeto com alunos do 7º ano. Como início das atividades, faço uma exposição com uso de slides e vídeos, abordando a origem e o desenvolvimento do livro como objeto. Em paralelo, aponto também o surgimento da leitura silenciosa, mostrando como esta prática é retratada em obras de pintura de diferentes épocas.

Depois de fazer uma sondagem sobre as preferências de leitura, seleciono um número considerável de livros e coloco à disposição dos alunos para que cada um escolha o livro de sua preferência. Após a leitura do livro, para a qual reservo um tempo de aproximadamente 30 dias, os alunos realizam registros escritos dirigidos com suas impressões sobre a leitura e passam a construir gradativamente o portfólio de leitura. Depois, fazem a apreciação oral da história para os colegas, num exercício de compartilhamento.

No período seguinte, um novo livro é escolhido e as atividades continuam, até que, no final do período letivo, os alunos realizam coletivamente uma atividade artística a partir das leituras realizadas e concluem o portfólio de leitura. Encerradas as atividades, os alunos escrevem um relato pessoal, no qual narram as suas experiências de leitura durante todo o ano. 


BEAL. Pensamento profundo. [2020?]
Disponível em: https://www.blackartdepot.com/products/deep-in-thought-tapestry-throw-lashun-beal
Acesso: 09/11/2020


Minha experiência de leitura em 2017


Foi muito bom ler livros. Provei para mim mesma que sou capaz. Aprendi ainda mais a gostar de ler. Já gostava um pouco, mas aprendi a gostar muito mais. Me diverti muito com a experiência porque descobri mundos que, para mim, não existiam.

Gostei bastante dos livros: Codinome DudaMundo de NormOs colegas e A culpa é das estrelas. São livros maravilhosos de se ler! Os personagens que mais gostei foram Duda, Cláudia, Norm, Hazel e os animais do livro Os colegas. Cada livro me mostrou um mundo além do qual eu poderia existir. Cada livro me mostrou uma capacidade diferente, uma aprendizagem, um ensinamento diferente.

Por isso, eu agradeço à professora por ter desenvolvido esse projeto de leitura conosco. Sei que a parte do agradecimento não foi pedida, mas eu preciso agradecê-la.

 

Tuliana Vitoria da Silva




BREMEN. Passatempos da tarde. 1863
Disponível em: https://peregrinacultural.wordpress.com/2011/05/03/imagem-de-leitura-johann-georg-meyer-von-bremen/
Acesso: 09/11/2020

Minha experiência de leitura em 2017


Minha experiência de leitura foi maravilhosa. Para mim, ler livros foi muito bom. Facilitou minha leitura e minha escrita. Conheci novos livros que deram asas para minha imaginação.

Só agora eu aprendi a gostar de ler. Os livros que eu li me deram vontade de ler cada vez mais. Confesso que não gostava nem um pouco de ler. Mas depois que comecei com o meu primeiro livro do projeto de leitura, não consegui mais parar de ler.

Ler livros foi uma experiência nova para mim. No começo, eu sofri bastante porque não gostava, mas agora eu me divirto muito. O livro que mais chamou minha atenção, que eu não conseguia mais parar de ler até saber o fim, foi Codinome Duda.

Bem, esse projeto de leitura feito pela professora foi ótimo! Não só eu como minha mãe adorou porque incentiva a leitura e ajuda muito os alunos. Eu só tenho que agradecê-la. Obrigada.

 

Amanda Martins Fernandes da Silva




STOMER. Jovem rapaz lendo à luz de vela. 1628-32
Disponível em: https://institutopoimenica.com/2015/11/30/rapaz-lendo-luz-de-velas-matthias-stom/    Acesso: 09/11/2020

Minha experiência de leitura em 2017

 

Neste ano nós começamos uma atividade de leitura e o relato de livros que líamos. Cada mês pegávamos um livro diferente, líamos e contávamos um pouco sobre ele. Era uma atividade muito diferente das outras e isso não era ruim. Na verdade, era a melhor atividade que fazíamos.

Eu li muitos livros. Mas o que mais me chamou a atenção foi Harry Potter e a câmara secreta. Ele conta sobre o segundo ano do Harry em Hogwarts. Eu gostei do livro por causa da criatividade e da originalidade da autora J. K. Rowling. Gostei dos locais onde a história se passa, dos personagens e suas personalidades, ideias e modos de pensar. Mas os meus personagens favoritos são: Harry Potter, Tom Marvolo Riddle (Lord Voldemort), Rubeus Hagrid, Albus Dumbledore e Dobby, o elfo doméstico.

Outro livro que eu gostei muito foi um de estilo mangá. O título é The seven deadly sins. Este mangá conta sobre um grupo chamado “Sete Pecados Capitais”. Eles serviam ao rei da Britannia, até que houve uma suposta traição.

Gostei muito do projeto de leitura porque, junto com as dicas da professora, eu comecei a escrever um livro. Essa experiência me fez querer aprender mais sobre a língua portuguesa.

 

Kaio Henrique Sossai Navarro




SWOBODA. A pequena traça. 1902
Disponível em: https://www.arteeblog.com/2014/10/  Acesso em: 09/11/2020

Sobre minha experiência de leitura

 

No ano de 2017, eu aprendi a ler livros porque eu não gostava muito. Foi com os conselhos da professora que eu fui aprendendo. Esse ano, eu peguei um livro muito bom. Gostei dele e gostei de ler também. Ler é bom demais! É a mesma coisa que estar em um mundo encantado.

Eu me diverti muito lendo, mas quando chegou a hora de falar me deu um pouco de vergonha. Como eu já disse, A máscara maldita foi o que eu mais gostei e o único que eu li. Esse livro é muito bom. Ele é bom demais! Durante a leitura, eu evoluí muito, me concentrei mais nas coisas, me concentrei mais em tudo o que eu ia fazer. Fiquei mais atencioso, fiquei até menos bagunceiro... Eu evoluí até nas outras matérias! Antes de começar a ler eu era muito péssimo. Depois de ler, eu mudei um pouco.

 

Jeverson Veriques do Nascimento Ribas




ROCKWELL. Biscoitos na cama. 1921
Disponível em:  https://www.arteeblog.com/2014/10/  Acesso em: 09/11/2020

Sobre o projeto de leitura

 Bom, eu gostei muito do projeto de leitura, pois aprendi muitas coisas. Foi muito interessante ler livros de romance, romance policial, também livros teatrais e poéticos.

Os livros teatrais com as histórias bem detalhadas contam onde e quando acontecerá cada cena da peça. E nós passamos pela experiência de fazer uma peça teatral. Fizemos em sala. Foi muito divertido e interessante a experiência. Eu e meu grupo fizemos uma cena de Sherlock Holmes.

Os livros que eu li durante o ano foram demais! Havia drama, ação, terror, romance de amor, um pouco de tudo.  Os títulos dos livros são: O Cão dos Baskervilles, A ladeira da saudade, Coraline e vários livros de poemas.

Hoje eu gosto muito mais de ler e minha escrita melhorou bastante na minha visão. Nas leituras, eu também vi vários tipos de escrita de vários escritores. Foi superinteressante!

 

Maria Vitoria Theodoro Martins




BREMEN, J. Menina lendo. 1884
Disponível em: https://institutopoimenica.files.wordpress.com/2012/05/bremen_johann_reading_girl2.jpg
Acesso: 09/11/2020


Minha experiência de leitura em 2017

 

Durante este ano tive várias experiências de leitura que gostei muito! Eu gostava de ler quando era mais pequena, mas depois fui crescendo e fui perdendo a vontade de ler.

Agora este ano, tive a oportunidade de ler. Eu me diverti, mas também sofri um pouquinho, porque tinha que fazer tarefas de outras matérias, provas etc. Mesmo assim, eu sempre arrumava um tempinho para ler.

A leitura fez muito bem para mim, pois eu descobri palavras novas e aprendi a fazer textos com pontuação correta. Através dos livros que eu fui lendo, fui percebendo e observando as pontuações e as palavras.

O livro que eu mais gostei e que me chamou a atenção foi A culpa é das estrelas. Nele aprendi várias coisas. Esse livro vai morar dentro de mim para sempre! A leitura para mim este ano foi essencial!

 

Bruna Thaís da Silva Fernandes



RENOIR. A leitura. 1890
Disponível em:  https://www.arteeblog.com/2014/10/  Acesso em: 09/11/2020

Experiência de leitura

 Eu nunca gostei muito de ler. Não tinha hábito de leitura. Mas foi no 7º ano que comecei a gostar de ler.

Eu li quatro livros. O primeiro foi O mercador de Veneza, depois O mistério do caderninho pretoO menino do dedo verde e O quarto de despejo: diário de uma favelada. O que eu mais gostei foi o último. Foi o livro que me fez mudar meu pensamento e começar a pensar na realidade do próximo.

Comecei a gostar de ler porque quando eu lia me sentia dentro do livro, como se eu fosse uma personagem da história. Gostei muito de ter tido um ano com experiência de leitura.

 

Emilly Urbanski dos Santos




MEREDIZ. Na cadeira verde. 2007
 https://www.arteeblog.com/2014/10/  Acesso em: 09/11/2020

Minha experiência de leitura em 2017

 Em 2017, eu tive uma ótima experiência com a leitura. Li livros bastante interessantes. Mas teve um especial que me marcou muito. O título dele é Do coração de Telmah. Foi muito bom! Eu odiava ler, mas descobri que eu só não tinha lido o “meu livro”.

No começo era muito chato ter que ler, mas depois ficou interessante. A professora teve um papel muito importante para mim. Se não fosse por ela, eu não teria lido vários livros bem interessantes.

De todos os personagens, de todos os livros, as minhas personagens preferidas foram Telmah e Coraline. Telmah me ajudou a ver que nem todos em nossa volta podem ter toda a nossa confiança. Nem mesmo os nossos familiares. E já Coraline me mostrou que não existe lugar de mulher e lugar de homem. Só depende da capacidade de cada um.

 

Vanessa de Souza Giroto


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Textos sobre heroísmo


Os textos a seguir foram produzidos em 2017, por alunos do 7ºano, depois do estudo de uma unidade de trabalho do livro didático que abordava os diversos sentidos da palavra “heroísmo”.

O comando para a produção foi o seguinte:

*Escreva um RELATO, narrando uma ação realizada por alguém que você considera um herói. Pode ser alguém de sua família. Também pode ser um fato que ocorreu em sua cidade ou no país e no qual uma pessoa tenha se destacado. Refira-se ao protagonista como herói ou heroína.


Isto que é amor

Em uma cidade morava uma família muito simples: o pai, a mãe, três filhos maiores e uma criança recém-nascida. A mãe passava roupa para fora e o pai trabalhava de empregado o dia todo.

Só que um dia, a casa dessa família pegou fogo. Os irmãos maiores e a mãe saíram correndo, mas deixaram a bebê no berço. Esqueceram dela! Quando percebeu isso, a mãe ficou desesperada. Ninguém deixou que ela entrasse na casa porque as chamas estavam muito altas.

A quantidade de pessoas foi aumentando e o aglomerado na rua era grande. No meio do alvoroço, o irmão mais velho aproveitou e entrou escondido na casa para salvar a irmãzinha.

Quando viram os dois vivos e salvos, todos aplaudiram. A mãe ficou tão feliz, que ria e chorava e nem sabia o que falar.

O irmão mais velho, que salvou a vida da irmã, conseguiu sobreviver, mas, infelizmente, sofreu graves queimaduras e ficou com uma cicatriz muito feia no rosto. Sem saber os motivos, muita gente na escola zombava dele. Então, certo dia, ele pediu para explicar o que tinha acontecido. E, no final de tudo, disse:

— Vocês podem até ter medo ou nojo de mim, mas quando eu chego em casa, minha irmã beija a minha cicatriz!

Isto é heroísmo!

Emilly Urbanski dos Santos





O gato herói

A história que irei contar agora aconteceu em minha cidade natal, que se localiza no Estado de São Paulo. A cidade se chama Sorocaba. Em 2013, quatro anos atrás, aconteceu um fato muito aterrorizante em minha família. Eu, minha mãe e minha irmã estávamos em casa. Meu pai estava trabalhando fora. Nós também tínhamos um gato que se chamava Lindão e é o herói desta história.

No dia do incidente, eu estava assistindo à TV. Minha mãe estava fazendo almoço e minha irmã estava brincando no quintal de nossa casa. Ela tem um problema nos olhos que dificulta a visão e, naquela época, tinha apenas três anos.

Quando ela estava brincando com o gato, o Lindão, uma cobra se aproximou dela e do gato. A cobra era uma coral. O gato começou a miar estranho! Eu e minha mãe escutamos e fomos ver o que era. Quando chegamos lá, vimos o gato se debatendo com a cobra que queria picar minha irmã.

O gato matou a cobra e não aconteceu nada com minha irmã. No final de 2013, o gato morreu. Foi um dia muito triste para nós. Mas até hoje, ele é o nosso herói!

 

Luan Henrique de Souza Martins





No lugar certo, na hora certa

  

Em 2012, na cidade de Guarapuava, no sul do Paraná, estava acontecendo um Curso para Policial Militar. Como em todas as outras atividades, os alunos do curso paravam ao meio-dia e voltavam às treze horas.

Meu pai estava fazendo esse curso e, por isso, eu e minha família nos mudamos para aquela cidade. Eu estudava à tarde e toda a minha família almoçava junto. Mas, num certo dia, eu estava atrasada e, para tentar não chegar atrasada no colégio, eu me sentei à mesa e comecei a comer rápido. Até que eu coloquei um pedaço de carne na boca e me engasguei.

Uns minutos antes disso, meu pai estava contando sobre o que eles tinham treinado no Batalhão da PM. Ele contou para a minha mãe que estavam aprendendo a como ajudar uma pessoa, se ela estivesse se engasgando. Então, no minuto em que eu me engasguei, meu pai se levantou da mesa e conseguiu retirar o pedaço de carne que estava na minha garganta.

Até hoje minha mãe conta essa história e diz que foi coisa de Deus! Hoje eu tenho uma irmã de um ano e seis meses. Graças a Deus, ela nunca se engasgou! Mas todos nós sabemos o que fazer, caso isso aconteça.

  

Júlia Pereira Corrêa





O dia em que quase morri

 Minha mãe me contou que um dia eu quase morri. Eu era bebezinho e, nesse tempo, eu morava em Rondônia, na cidade de Buritis.

Minha mãe me dava de mamar e, naquele dia, eu me afoguei com o leite. Ela ficou desesperada! Meu irmão desceu correndo para a casa de minha tia, gritando:

— A mãe matou o neném! A mãe matou o neném!

Minha tia subiu correndo para me socorrer e, enquanto isso, minha mãe resolveu fazer uma coisa radical para me salvar: ela chupou meu nariz e puxou o leite que eu tinha mamado. E assim eu voltei!

O que era quase impossível se tornou realidade!

  

Gabriel de Oliveira Ramos