MEMÓRIAS LITERÁRIAS – 2016
➨ Algumas
considerações
Os textos que se seguem
são resultado da participação dos alunos do 7º ano do Colégio Estadual
Paiçandu, na 5ª edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro
2016, cujo tema é “O lugar onde vivo”. Tendo como base as orientações do Caderno
do Professor Se bem me lembro..., que explora o gênero
“memórias literárias”, indicado para o segmento do 7º ano, foram desenvolvidas
várias atividades em sala de aula, como: debate, exibição de vídeos e imagens,
leitura oral de trechos de livros e comentários.
1. “As
aventuras da primeira professora” (ilustração de Alanda Pereira dos Santos);
5. “Minhas
aventuras e conquistas” (ilustrações de Victor Hugo da Silva Máximo, Mariana
Augusta Franzin, Arael Frediani Ledesma de Souza e João Victor Batista Santos);
Boa
leitura!
1. “As aventuras
da primeira professora” de Arael Frediani Ledesma de Souza
As aventuras da primeira professora
Cheguei a Paiçandu aos 16 anos de idade. Eu era só uma garota e
achei esse lugar muito primitivo e atrasado. Era difícil encontrar alguém que
sabia ler.
Por volta dos anos 50, época de minha chegada, Paiçandu era
mesmo um pequeno povoado, muito feio, cheio de mato, poucas casas, quase nenhum
comércio e só havia duas ruas. Sinceramente, fiquei com muita vontade de voltar
para São Paulo, de onde tinha vindo.
Passados alguns meses, observei que, por aqui, não tinha igreja.
Então, conversei com algumas pessoas e combinamos de fazer a primeira missa.
Para isso, montamos uma barraca e chamamos um padre.
Naquela mesma época, estava sendo construída a estrada de ferro
por famílias que se alojavam por perto para a realização desse trabalho.
Observando as crianças que trabalhavam junto com seus pais, fiquei muito
preocupada com o futuro delas. Aqui não existia escola. Por isso,
perguntei-lhes se gostariam de estudar comigo. Várias crianças aceitaram.
Iniciei, assim, um trabalho voluntário de alfabetização. Após um
tempo, fui contratada pela prefeitura e me tornei a primeira professora desta
cidade.
Eu havia cursado até a quarta série em uma escola com disciplina
muito rígida. Eram oito horas de aula, divididas em dois turnos com intervalo
de meia hora. Não existia merenda. Cada um levava o seu lanche.
Atuei durante vinte e cinco anos no magistério. Hoje, sou
professora aposentada e sinto muita alegria e orgulho de ter ensinado muitas
crianças. Chego a me emocionar ao ver tantos adultos que ensinei já estarem
formados e com famílias formadas.
Meu nome é Isabel Mateus Roberto. Estou com 82 anos e ainda moro
aqui em Paiçandu.
Arael
Frediani Ledesma de Souza
2. "Uma
pequena história de José" de Samara dos Santos Soares
Uma pequena
história de José
Eu moro aqui em Paiçandu há 60 anos. Este é o lugar onde eu vou
terminar a minha vida. Cheguei aqui aos 15 anos e queria dar uma vida melhor
para a minha família.
Vim para cá com dois cavalos. Paiçandu era um lugar somente com
mato e nada mais. Por sorte, um senhor ofereceu um pedaço de terra em troca de
animais. Eu logo ofereci meus cavalos. Naquele tempo, era tudo mais fácil. Foi
assim que eu consegui minha casinha e estou morando até hoje.
Minha infância foi dura, mas também foi legal. Eu brincava de
carrinho, de sabugo de milho, de bumerangue, que eu mesmo fabricava. Isso foi
antes de me mudar para Paiçandu. Mas eu também sempre tinha de trabalhar para
ajudar a minha família.
Estudei muito pouco. Só até o terceiro ano. Meu pai comprava um
lápis para cada filho, uma borracha da mais pequena e um caderno. Nossa mochila
era um saquinho de arroz.
Um dia aconteceu um fato muito triste: meu irmão morreu. Isso
destruiu meu coração. Naquele tempo não tinha hospital e, por isso, meu irmão
morreu. Na minha vida, passei várias dificuldades. Passei fome, frio, por não
ter agasalhos e cobertores, e cheguei até a comer milho cru, por não ter lanche
para levar à escola.
Meu nome é José Aparecido da Silva. Tenho 75 anos.
Samara dos Santos Soares
3. "Quando
eu cheguei a Paiçandu" de Alessandro Aparecido Surany Filho
Quando eu cheguei a Paiçandu
Quando eu cheguei a Paiçandu, as ruas mal eram asfaltadas. Eu
fui morar em um sítio com meus pais e irmãos.
Naquela época, não tinha banheiro igual hoje em dia. Era um
buraco grande no chão e com uma casinha de madeira em cima. Aquilo se chamava
mictório. Pra gente tomar banho, tinha um rio perto de casa e eu tomava banho
lá todos os dias.
Eu e meus irmãos trabalhávamos na roça, com nossa mãe, colhendo
algodão e, quando chegávamos a casa, ela me chamava:
— Eliane, vem me ajudar a lavar a roupa!
E eu respondia:
— Já estou indo!
Para lavar as roupas, tinha uma madeira grande e grossa. Minha
mãe molhava a roupa no rio e batia na madeira. Era o batedor. Ela sempre pedia
para que os filhos fossem ajudá-la.
No outro dia, levantávamos cedo, tomávamos café e íamos ajudar
nossa mãe na roça. E assim eu fui crescendo. Depois de um tempo, comecei a
estudar. Eu estudei no Colégio Vercindes e fui aluna da professora Ivonete.
Alessandro Aparecido Surany Filho
4. "Minha
vida" de Diego Catabriga
Minha vida
Eu cheguei a Paiçandu com três anos. Era 1951. Saí de minha
cidade e vim de carro com minha família. Quando chegamos, fomos logo para uma
pousada.
Meus pais vieram para cá com intenção de abrir um sítio. Na
época, éramos só eu, meu irmão, meu pai e minha mãe. Hoje tenho cinco irmãos.
Quando comecei a estudar o primeiro ano, pensei que não iria
gostar. Acabei estudando até o 4º ano que, naquele tempo, era o suficiente.
Depois que parei de estudar, fui trabalhar na roça para ajudar
minha família. Fazia tudo o que meu pai mandava. E era duro para mim! Todo dia,
todo santo dia, eu ia trabalhar às seis horas da manhã e voltava às seis horas
da tarde!
Eu sou católico e todo sábado eu ia ao catecismo. Aos domingos,
ia à igreja ouvir a palavra de Deus. Nas horas vagas, o que eu mais gostava de
fazer, na minha infância, era jogar bola com meus amigos. Era bola de meia,
porque éramos muito pobres. Todos eram pobres e ninguém tinha bola
profissional. Mas nunca me queixei da minha vida para os outros.
Depois que eu cresci, já moço, fiz um curso de eletrônica. Tinha
vinte anos quando comecei e terminei com 23 anos. Até hoje trabalho nisso. São
cinquenta anos de carreira! Mas gosto muito do que faço.
Então, essa foi minha vida. Sou Arthur Charal, tenho 71 anos e
moro em Paiçandu há 68 anos. Nunca me mudaria desse lugar, no qual vivi toda a
minha vida. Pretendo morrer aqui e me orgulho de onde cheguei.
Diego Catabriga
5. "Minhas
aventuras e conquistas" de Natália Frimmel Gavino
Minhas
aventuras e conquistas
Eu me chamo José Frümmel Filho. Vim da Tchecoslováquia em 1937,
quando tinha 11 anos. Eu, meu pai, minha mãe e meus outros dois irmãos,
Francisco e Augustyn, viemos ao Brasil para fugir da Segunda Guerra Mundial.
Moro em Paiçandu há 79 anos e tenho 90 anos. Naquele tempo, a
vida era muito boa. Eu brincava o dia todo. Brincava muito de esconde-esconde
com meus irmãos no meio do mato, no sítio em que nós morávamos.
Estudar, só comecei bem mais tarde. Entrei na 1ª série da escola
com 16 anos porque demorei muito para aprender português. Fiz até a 8ª série e
parei, porque meu pai ficou doente e passou para mim os serviços da roça.
Quando tinha 32 anos, conheci Ana Kazakevich e tive quatro
filhas: a mais velha tem 59 anos, a segunda tem 52 anos, a terceira, 48 anos e
a mais nova, 44 anos. Quando a primeira filha se casou, nós mudamos para a
cidade, onde eu construí uma casa para cada filha. Hoje, além das quatro
filhas, tenho quatro netos, alguns bisnetos e gosto muito da natureza.
Acho que uma das coisas mais marcantes, desde quando cheguei ao
Brasil, foi quando vi uma fruta amarela e cumprida. Era a banana. Minha mãe
comprou uma, mas eu não sabia que a casca escorregava. Comi e joguei a casca no
chão. Foi quando uma mulher chique pisou, escorregou e caiu! Ri muito aquele
dia e dou risada até hoje se lembrar.
Natália Frimmel Gavino
6. "O
começo da minha vida" de Flavio Augusto Barros Alarcon
O começo da
minha vida
Moro em Paiçandu há mais de quarenta anos e, na minha vida, vi
muitas coisas. As ruas, hoje, são asfaltadas, mas antes nem rua tinha. Era um
monte de mato. Casa, só havia algumas de madeira. Prédio, a coisa mais parecida
com isso era uma casa de dois andares e olhe lá.
Hoje tem TV moderna e computador. Mas na minha época, a TV era
pesada e parecia que tinha uma caixa atrás. A imagem era em preto e branco.
Quem não tinha TV, escutava novela pelo rádio.
Na escola, nem merenda tinha. As crianças levavam marmita. As
brincadeiras eram: jogar bola, esconde-esconde, pega-pega e, às vezes,
contávamos “estórias” para nos divertir. Na TV, o que mais parecia com desenho
animado era “O Sítio do Picapau Amarelo”. Para tomar banho, íamos ao rio.
O tempo foi passando... A cidade começou a ter mais casas e mais
ruas de terra. A Paróquia Santo Cura D’Ars foi construída em madeira de peroba
e pintada de azul. As pessoas ainda tinham mictórios em suas casas para fazer
as necessidades. Não havia ônibus, mas o trem passava por aqui.
Devagar as coisas foram melhorando. A escola começava a dar
bolacha de merenda. Eu fui crescendo e estudei até a sétima série. Comecei logo
a trabalhar com meus pais na roça. A gente plantava cenoura, batata, alface,
tomate etc.
Meus pais morreram muito cedo, mas não fiquei sozinho por muito
tempo. Consegui uma parceira para a vida toda e tive dois filhos: Henrique e
Juliano.
Com o passar dos anos, surgiram as primeiras ruas de asfalto,
obras, construções, praça, parque etc. Eu comprei uma casa na cidade, me
aposentei e minha vida ficou completa.
Flavio
Augusto Barros Alarcon
7. "Minha
infância" de Felipe Gonçalves dos Santos
Minha
infância
Eu era apenas um garoto. Bobinho, não sabia de nada. Nunca tinha
ido sozinho para a rua. Sempre estava acompanhado com minha mãe ou meu pai. Só
ficava no terreiro brincando.
Mas, na verdade, eu não estava sozinho. Estava sempre com minha
imaginação. E lá no terreiro o tempo passava. Quando era a hora do almoço, eu
via meus irmãos indo para a escola e chorava porque eu queria ir também. Mas
como eu era muito novinho, não podia ainda estudar.
Com o tempo, fui crescendo, ficando mais velho, até que entrei
na escola. No primeiro dia, foi a melhor coisa do mundo. Parecia que eu estava
em um paraíso. Quando eu passei de ano, nossa! Fiquei mais feliz ainda. Mas o
momento que me deixou mais feliz, foi quando eu aprendi a ler. Toda hora eu
queria ler. Também gostei muito quando aprendi a letra cursiva. Daí toda hora,
eu queria escrever.
Com o passar dos anos, as coisas foram ficando difíceis. Eu fui
ficando maior e a preguiça parece que foi crescendo também. Então, eu comecei a
ir para a rua e não queria ir para a escola. Só queria ficar na rua. Meu pai e
minha mãe ficaram bravos comigo. Eles disseram assim:
— A rua não dá futuro para ninguém. É o contrário da escola, que
só dá coisas boas e um futuro melhor pra sua vida.
Se não fossem meus pais, não teria terminado os meus estudos.
Felipe Gonçalves dos Santos
8. "Um
pouco de minha história" de Natieli Rocha Ferreira
Um pouco da
minha história
Minha vida não foi fácil. Na época do meu ensino médio, fazer
uma graduação não era acessível como hoje, pois não havia grande quantidade de
universidades, nem programas como o Enem e o Prouni, que são um recurso a mais
atualmente. Naquela época, tive de ajudar em casa (não que eu me arrependa,
pois era necessário). Depois me casei, tive três filhos e lutei por eles.
O sonho de me formar em uma faculdade, eu transferi para os meus
filhos. Hoje tenho uma filha já formada em Farmácia, meu outro filho se forma
esse ano em Psicologia e tenho o caçula, de doze anos, que também pretende se
encaminhar nos estudos. Mas não desisti de mim. Quando chegou minha vez de
estudar, fiz o Enem e tirei uma boa nota, principalmente na redação. Foi então
que me inscrevi no Prouni e consegui cem por cento de uma bolsa de estudos.
Esse foi um dos dias mais felizes de minha vida. Eu até chorei, pois o meu
sonho estava se realizando!
Comecei meus estudos em São Paulo, de forma presencial. Fiz um
semestre, mas como me mudei para Limeira, tive de trancar a minha bolsa por um
ano. Procurei por várias faculdades na tentativa de que aceitassem a
transferência da bolsa de estudos, mas, infelizmente, não consegui. Eles diziam
que não havia vagas. Mesmo assim eu persisti. Comecei, então a pesquisar
faculdades à distância. Graças a Deus, encontrei a Unicesumar, que me aceitou e
devolveu meu sonho de estudar e de me tornar uma profissional da educação.
Hoje, faço Pedagogia na Unicesumar, estou no quarto ano e, em
julho, me formo. Sempre digo ao meu marido Sílvio e para o meu filho Paulo que
sou agradecida a Deus, primeiramente, e à Unicesumar, que me acolheu.
Conhecimento é uma coisa maravilhosa, porque nos tira da
ignorância e nos torna pessoas conscientes de nossos direitos e deveres,
prontos para exercer nossa cidadania. Além disso, ele abre portas para um bom
emprego e aumenta nossa autoestima. Penso que também é uma das coisas mais
importantes da vida, como também é o amor, a paz, a esperança... Dificuldades e
barreiras podem aparecer, mas, com esforço, chegamos onde queremos.
Esse é um resumo de minha história de vida. Espero ajudar outras
pessoas que têm o mesmo sonho que eu tinha e que querem fazer a diferença neste
mundo.
Natieli Rocha Ferreira
9. "2004" de
Isabela Cristine Arjona da Silva
2004
Nasci no dia 28 de abril de 2004, às 23 horas e 19 minutos.
Minha mãe esperava um menino. Pedro Henrique seria o seu nome... Gostaria muito
de saber como ele seria. Quer dizer, gostaria de saber se ele iria ser como eu.
Não somos a mesma pessoa: ele seria Pedro e eu sou Isabela!
Minha mãe conta que, quando o médico disse que era menina, ela
se assustou e pediu para ele ver se era isso mesmo. O primeiro nome que veio à
sua cabeça foi Isabela, por causa de uma garotinha superquerida que ela
cuidava. Minha mãe também conta que eu era bem quieta. Ela me fazia dormir e eu
dormia o dia todo.
Nunca fui o tipo de criança que fazia bagunça. Sempre tive
educação. Uma coisa muito boa que eu fazia era brincar com o meu melhor amigo
de infância, o Alysson. Lembro de uma vez que eu pesquisei “como virar sereia”
e contei tudo pro Alysson... Ele disse que iria fazer a receita para eu virar
sereia. Lembro, também, de quando nós brincávamos de “vampiros”. Tomávamos suco
de framboesa e dizíamos que era “alimento de vampiro”.
Nunca fui o tipo de garota que ama rosa e brinca de Barbie. Mas
posso garantir que minha infância foi maravilhosa. Sempre amei escrever sobre
sentimentos. Sempre coloquei o que estava sentindo no papel. Não tenho muito
mais para dizer, pois nem todas as minhas lembranças são boas. Então é isso.
Isabela
Cristine Arjona da Silva










É muito interessante conhecer mais sobre a cidade de Paiçandu. E também histórias de pessoas que presenciaram seu crescimento e a importância delas para que isto acontecesse.
ResponderExcluirNós realmente adoramos essas histórias de vida dos antigos moradores de Paiçandu,as histórias são realmente interessantes.
ResponderExcluirAo ler esses textos até aprendemos várias coisas que não sabíamos sobre nossa cidade,e o mais interessante foi que descobrimos que apesar de nossa cidade ser pequena,temos muitas e grandes histórias para contar.
A primeira história nos chamou muito atenção,porque a professora citada no texto é a patroa da minha avó (avó da Jheilica) há mais de 24 anos,até hoje ela trabalha como doméstica da Dona Isabel (como nós chamamos ela).
______________________________________
Alunas:Jheilica Morais e Beatriz Saldanha
8°A
Gostei muito do texto que foi premiado foi um texto muito bem feito, dou o meus parabéns ao aluno, gostei também de ver que os textos do meus amigos foram escolhidos para o blog da professora Loide. Ao ler esses textos acabei conhecendo coisas que eu não sabia isso ajudou muito. Gostei muito de fazer parte do almanaque sobre Ética e Cidadania, foi um projeto que me chamou muito a atenção. Espero fazer mais trabalhos assim para ter mais conhecimentos.
ResponderExcluirAmanda Cristina Almeida 8°A
Eu gostei muito do texto premiado como o melhor texto e gostei muito também das fotos tiradas durante os trabalhos...
ResponderExcluirBeatriz Fernanda 8°C
Eu moro em Paiçandu desde que eu nasci,e foi muito interessante saber mais sobre a cidade e como ela foi sendo construída de pouco a pouco
ResponderExcluir-Brenda Lorayne
8°C
Eu moro aqui em Paiçandu vai fazer um ano ainda e nessa escola aprendi várias coisas
ResponderExcluirEu gostei muito das fotos tiradas dos alunos e das demonstrações de histórias dos alunos gostei muito é interessante ver postagens de coisas de pessoas que a gente não conhece
ResponderExcluir-Emmily Maria. 8°C
Adorei esse momento de leitura. Acho que é muito importante, nós como jovens, ler historias vividas por pessoas mais velhas, e adquirir novos conhecimentos.
ResponderExcluir- Matheus Silva - 8ºC
Muito bom os almanaques premiados da professora Loide meus parabéns aos sortudos dos alunos da professora Loide parabéns Belo trabalho loide ASS:LÉO/É/ERICK
ResponderExcluirO texto "2004", foi o que me chamou mais atenção por que a menina diz que a infância dela foi uma infância simples e muito feliz e isso é infelizmente o ao contrário de hoje em dia por que as crianças vivem vidrados nos celulares, televisão etc... não só como eles mas os adultos também. Então eu gostei bastante desse texto por causa disso,mas lógico que tem vários outros textos maravilhosos aqui também
ResponderExcluir- Quero agradecer também a professora Loide por ser essa professora maravilhosa e incrível que ela é ,e que ela sempre continue assim bjs😘
- Maria Eduarda da Veiga 8°A
Bom fizemos a leitura do texto "minha infância" de Felipe Gonçalves do Santos, achamos bem interessante por ele citar que por mais que tinha a hora de estudar também poderia brincar.
ResponderExcluirNo texto conta sobre a infância dele como no título, é que tinha muita vontade de ir pra escola, quando foi crescendo foi vendo que tinha preocupações, é que não foi sobrando tanto tempo assim. Aprendemos uma lição mesmo que seje difícil nosso estudo e muito importante para nosso aprendizado e futuro, por mais difícil que seje devemos não perder o costume, e sem contar que a leitura também é muito importante em nossas vidas.
-Kesia/Raíssa 8°C
Muito interessantes esses textos, podemos conhecer a história de muitas pessoas, de diferentes idades e também como era a nossa cidade há alguns anos atrás. Além das histórias, achei alguns desenhos legais e criativos, principalmente o "Minhas aventuras e conquistas" de Natália Frimmel Gavino.
ResponderExcluir-Julia-8°B
Taynara 8B e Karolainy 8B
ExcluirInteressante conhecer mais sobre a cidade de Paiçandu. E também histórias de pessoas que presenciaram seu crescimento é muito importante é
ResponderExcluire tbm é bem legal saber sobre a cidade q moramos
-Renata G kosak- 8°B
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEu achei muito enterresante esses textos conheci historias de pessoas antigas no colegio adquiri conhecimento atraves de leitura e muito bom tanbem os dezenhos muito bem feitos gostei muito.Jose/paulo/carlos. 8°B
ResponderExcluirGostei muito dos textos e ilustrações, muito bom e interessantes. Parabéns para a professora e os alunos que fizeram esse projeto junto com a professora. Jhon Ramires, 8°B.
ResponderExcluirGostei dos textos são bem interessantes,foi muito om i legal saber um pouco mais sobre minha Cidade.
ResponderExcluirMuito interessante esses textos, mais eu gostei bastante da história do Felipe me identifiquei um pouco, eu também tinha muita vontade de estudar gostava de ler escrever mais hoje em dia eu tenho bastante preguiça e meus pais vive cobrando de mim.
ResponderExcluir-Gabriel Marco
muito interessante saber mais sobre a cidade que moramos,como ela era antes
ResponderExcluirNós adquirimos mas conhecimento através da leituras.Esses textos tbm são bem interessante para conhecer melhor a cidade onde moramos.
ResponderExcluirLetícia S./Letícia L./Rebeka 8°A
Os textos me chamaram muito a atenção, por contar como era a cidade de Paiçandu antes, por ler histórias de pessoas mais velhas que conheceram uma cidade diferente da de hoje...
ResponderExcluirConsegui adquirir um pouco mais de conhecimento, e sabedoria, espero um dia contar para os meus netos como era Paiçandu na minha infância, e dizer as muitas das brincadeiras divertidas que têm.
Os textos nos chamaram muito a atenção, por contar como era a cidade de Paiçandu antes, por ler histórias de pessoas mais velhas que conheceram uma cidade diferente da de hoje...
ResponderExcluirConseguimos adquirir um pouco mais de conhecimento, e sabedoria, espero um dia contar para os nossos netos como era Paiçandu na nossa infância, e dizer as muitas das brincadeiras divertidas que tínhamos..
Felipe d'C Pontes 8°B
Evelyn Cristina 8°B
Jhenyffer Vitória 8°B
O texto que mais nos chamou atenção, foi "As aventuras da primeira professora" pela determinação dela, pelo ato de chamar pessoas para fazer atividades, mesmo a cidade estando meio atrasada. Por ser a primeira professora da cidade, temos certeza que ficará na história de Paiçandu.
ResponderExcluirAmanda Valentim
Hellen Reis
" As aventuras da primeira professora "
ResponderExcluirAchei essa história muito interessante, é ótimo saber da história de onde moramos porque assim aprendemos mais e temos mais conhecimento sobre a história atual.Acredito que a professora Isabel sente muito orgulho e carinho pelo papel que ela exerceu, senão fosse por ela, talvez a educação da nossa cidade não seria a mesma. Quero agradecer a professora Isabel e a todos os nossos professore, vocês fazem de nós pessoas melhores.
- Maressa Riguete 9A
Eu gostei muito do texto Quando cheguei a Paiçandu, por retratar uma realidade totalmente diferente a qual vivemos hoje.
ResponderExcluirHenrique Atilio Quintilhano 9ºA Tchau, obrigado.
título: QUANDO CHEGUEI A PAIÇANDU
ResponderExcluirEu gostei muito do texto por se tratar de uma realidade que minha família enfrentou também se tratando de ser uma família pioneira aqui da cidade.
JOSÉ AUGUSTO MARANGONI 9°A
Quando cheguei em Paiçandu
ResponderExcluireu gostei bastante da história pois ela fala sobre fatos reias fala de coisas do passado e com isso nós aprendemos a dar valor nas coisas que temos.
Stephanie Fernanda chagas da Silva 9°A
O texto que irei retratar aqui e o intitulado "Uma pequena história de José".Achei comovente com o final me deixando entristecido;no 2° parágrafo José descreve Paiçandu a 60 anos atrás,dizendo que era um lugar somente com mato e nada mais.Ja no parágrafo final ele fala que seu irmão havia falecido e que não havia hospital na quele tempo por isso seu irmão veio a falecer,isso mostra o quanto Paiçandu evoluiu desde esses 60 anos.
ResponderExcluirGabriel da Silva Leite 9°C
O texto q eu mais gostei foi “As aventuras da primeira professora”achei muito interessante chamou muita atenção,pelo o esforço e determinação para chamar as pessoas e ensinar a fazer às atividades. Aluna:Raíssa Cristina Oliveira de Souza 9C
ResponderExcluirEu gostei muito do texto "Minhas aventuras e conquistas" por retratar uma historia diferente, onde uma família precisa fugir para o Brasil por causa da Segunda Guerra Mundial. Também gostei do personagem ter conseguido aprender nossa língua e se adaptar no nosso país.
ResponderExcluirDanilo Saraiva Uliana 9ºA
"As aventuras da primeira professora"
ResponderExcluirGostei bastante do desenho,achei que retratou bem o que estava acontecendo na época. Também reparei que a linguagem utilizada era muito mais formal.
Gosto muito dessa história,da força de vontade e da iniciativa que essa professora teve. Acho que essa professora teve uma grande importância em Paiçandu pois ensinou muitas pessoas e incentivou a educação na cidade,causando uma grande evolução aqui.
Jheilica Morais 9°A
Gostei muito do texto "as aventuras da primeira professora". Porque, quando ela chegou na cidade, viu que era tudo muito primitivo, e tomou uma linda iniciativa de ajuda a cidade evoluir. Como,: dar uma iniciativa em começar a dar as primeiras missas e iniciar um projeto de alfabetização. Achei muito linda as suas iniciativas, porque muitas pessoas, na mesma situação dela, teria abandonado a cidade. Também achei lindo a decisão de passar os seus conhecimentos pra quem não tinha. Por isso gostei tanto do texto. E acho que deveria existir mais pessoas como ela.
ResponderExcluirMatheus Silva de Souza - 9ºC
Achei muito bacana conhecer as histórias de vida de algumas pessoas, principalmente daquelas mais velhas que relataram como era nossa cidade antigamente, como nos textos: "Quando eu cheguei a Paiçandu" e "As aventuras da primeira professora". É sempre legal descobrir como as coisas eram quando não éramos nem sequer nascidos e comparar com como as coisas são hoje em dia.
ResponderExcluirVitor Martins Bispo - 9°B